Que somos um País de bananas não há dúvida. É impressionante como permitimos que façam de nós, simples trabalhadores mortais, uns fantoches. Temos a arma mais poderosa contra a ação de um bando de vadios, o voto. Mas, ao invés de nos valermos de nossa força, ficamos bravos porque precisamos perder alguns minutos para ir votar no domingo, quando não esbravejamos contra a lei seca e o fato de bares e afins necessitarem manter a ordem pública no dia da Eleição.
Somos uns bocós, uns patetas. Quando nosso time perde duas partidas seguidas esbravejamos, ficamos azedos a semana inteira. Sem falar que alguns colegas torcedores vão até o clube, o centro de treinamento, o estádio e colocam tanta pressão que derrubam o líder daquela equipe, o técnico. Sim somos capazes de pressionar e exigir resultados do nosso clube, mas não de nosso País. Somos uns frouxos mesmo.
Mas e nosso município, nosso Estado, nosso País? Quando vamos ser capazes de destituir do poder os imorais, os ladrões, os macacos-velhos que empregam gerações e contabilizam dividendos superiores a arrecadação de vários municípios? Quando vamos nos interessar em saber da vida daquele político que vem pedir o voto na sua casa? Ah Matheus, isso dá trabalho. E dá mesmo.
Sou empregado, não sou dono de meu próprio negócio, mas em minha posição na empresa procuro zelar pelo melhor, pela sua saúde financeira e, claro, pelos membros que dela fazem. Assim deveremos ser com nosso candidatos a vagas públicas. Se o indivíduo quer seu voto, faça por merecer. Imagine que você possui grande volume de dinheiro embaixo de seu colchão e precisa confiar em alguém para cuidar para você. Assim é o político. Zela pelas nossas riquezas e as reverte em investimentos em prol de seu povo.
Vamos lá gente, me ajudem. Vamos fazer pesquisa, vamos usar a imprensa, a internet, o boca-a-boca, mas não votemos em ninguém que não nos transfira confiança e competência. Chega de sustentar um bando cuja especialidade é enriquecer com nosso rico suor. Basta!
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