O dito é antigo, popular. Significa, arrumar encrenca, mexer em algo que sabemos pode afetar quem na m... mexe.
Sem rodeios vamos ao que interessa.
Já andei por um bom pedaço de chão deste país, um pequena parte, nada comparado ao que um amigo caminhoneiro faz em um ano, mas como alguém que gosta da estrada posso dizer que conheço um pouco de estrada.
O que vou relatar aqui não precisa ser interpretado por nenhum profissional da estrada e nem tampouco é necessário ser um expert pra saber que o estopim está aceso.
Falo da imprudência de motoristas nas estradas por este Brasil afora. É impressionante como nos deparamos com cenas de imprudência no dia-a-dia. Exagerado, eu? Talvez. Mas a você meu leitor eu gostaria que me ajudasse e passasse a verificar alguns fatores que contribuem para minha preocupação.
Pegue seu veículo (carro, moto, caminhão, ou mesmo bicicleta) e saia por aí. Em um passeio pelas ruas e avenidas de sua cidade aguce seu olhar e procure identificar imprudências que poderiam gerar acidentes. Faça este pequeno teste e verifique quantas situações eminentes de perigo e desrespeito você encontra (tomara que você não se envolva nelas).
Após este teste em seu “laboratório”, vá mais longe, observe em uma pequena viagem ao município vizinho, em qualquer direção. É impressionante, pode confiar.
Faço isso cada vez que saio de casa e posso assegurar, temos um número mínimo de acidentes. É muito pouco mesmo. É, não estou louco, faça o teste e verás que pelo tamanho da irresponsabilidade de motoristas que você pode testemunhar, morre pouca gente.
Onde está o erro? Bom, aí é papo pra outra conversa.
Matando a cobra e mostrando o pau
Nos próximos dias vou trazer algumas fotos e vídeos de situações eminentes de perigo no trânsito. Gente, cautela, responsabilidade e profissionalismo, é, profissionalismo ao volante, podem evitar desgraças.
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