Tenho me deparado com algumas situações no dia a dia em que me pergunto: - o que é necessário para que isto mude? Será que somente eu tenho percebido isso?
O assunto é de importância extrema. Acessibilidade. O termo que trata do direito de ir e vir e o direito de pessoas com dificuldades físicas de locomoção. Falo aqui de cadeirantes, idosos, pessoas com deficiência visual e também aqueles que possuem dificuldades de locomoção de qualquer natureza. Ah, adicione a esta lista mamães e seus bebês (com e sem carrinho).
É lei. Os estabelecimentos públicos precisam proporcionar o devido acesso para pessoas com dificuldades de locomoção. Aqui no Brasil (infelizmente) tornar lei parece representa r pouco ou quase nada em algumas situações. Em Mondaí-SC, por exemplo, é bem comum nos depararmos com um desrespeito a lei de acessibilidade. Calçadas que não existem. Onde existem não tem rampas de acesso. Estabelecimentos públicos sem rampas e com degraus. Banheiros sem a devida estrutura e por aí vai.
Se não bastasse a falta de rampas de acesso ainda temos acessos as calçadas altos demais (alguns com mais de 30 cm). Agora, o cúmulo da idiotice de um povo é uma cena comum que acontece na principal avenida deste município (Avenida Lajú).
Estabelecimentos comerciais (bares e restaurantes) simplesmente ignoram o fato da necessidade de locomoção de qualquer cidadão e transferem suas mesas cadeiras, comidas e bebidas para a calçada. Enquanto isso, pedestres, deficientes visuais, mamães e seus filhos, idosos e deficientes físicos se espremem e dividem espaço com motoristas que transitam por esta via. Vergonhoso.
Não bastasse o perigo que isso representa, nas imediações do local é comum o tráfego de veículos em velocidade bem acima do permitido, ou seja, é questão de tempo para acontecer a desgraça.
Bom, além de não frequentar estes estabelecimentos (pequeno protesto particular), acho que como profissional da comunicação e cidadão, devo procurar ação contra estas situações. Primeiramente em forma amigável. Caso seja ignorado, usarei de forças maiores.
Se por ventura você acha que estou errado, proteste! Estou aberto ao diálogo. Se concordas comigo, junte-se a mim e vamos (com bom senso) buscar a solução.
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