segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Falando em gestor

Quem me conhece sabe que não sou torcedor de time de futebol. Apenas aprecio e gosto das disputas, independente do brasão ao qual o atleta representa. 

Ontem (16/10/11) estava ouvindo rádio durante a transmissão dos jogos do campeonato brasileiro. Não sou torcedor nem  do Grêmio, nem do Internacional, mas, gosto das transmissões esportivas da Rádio Gaúcha de Porto Alegre.

Ontem, durante o intervalo da partida que acontecia no Estádio Beira Rio em Porto Alegre o time da casa perdia pelo placar de 1 a 0. Os repórteres da Rádio Gaúcha focam seu trabalho em ouvir os jogadores do Internacional, buscando uma explicação para o resultado negativo.

Foram ouvidos quatro jogadores. Eles deram sua versão do parcial fracasso e todos eles, quando perguntados   sobre o que poderia ser feito ou acertado responderam: - Vamos ouvir nosso técnico para saber o que temos que mudar.

Pensei, eu não torço para esta equipe, mas o torcedor que ouvia deveria estar pensando: -tomara que o técnico resolva a parada.

Como estes jogadores são dependentes de seu técnico, de seu gestor. Como é importante a figura do técnico, que, como um pai, conversa com seus filhos e lhes oferece um caminho para driblar as adversidades. A liderança aliada ao respeito por ela conquistada criam influência positiva. 

Segundo tempo:

A equipe em questão melhora, empata. Sofre com o nervosismo e cede mais uma vez, ficando atrás no placar novamente. Eis que a figura do gestor influencia novamente. Conversa com seus liderados, muda a equipe e vence o jogo pelo placar de 4 a 2.

No fim da partida novamente presto a atenção nas respostas dos jogadores e, não surpreso ouço: - éramos melhores, porém não estávamos conseguindo o objetivo. O professor mudou algumas coisas, fomos pra cima e garantimos o bom resultado.
Outro confirmou: - A equipe era melhor mas não chegava lá. No segundo tempo nos encontramos e garantimos o resultado!

Nem precisa ser expert pra saber que o técnico do Internacional, Sr. Dorival Jr. trabalhou a motivação de seus atletas. Mexeu com seu lado emocional e com o respeito e liderança que exerce os convenceu de que eram melhores e que poderiam reverter a situação. Bingo!

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