Ontem, na abertura oficial da segunda partida do Clássico das Américas, envolvendo Brasil e Argentina, me surpreendeu uma atitude da torcida Brasileira.
A partida aconteceu na cidade de Belém, Estado do Pará. Os hinos oficiais passam a ser reproduzidos no sistema de som do estádio. Primeiro o hino Argentino, após o hino Nacional Brasileiro. Vale aqui um aparte: é uma pena que os hinos sejam executados pela metade. Na minha opinião deveriam ser executados na íntegra, pois, assim, passa a impressão de que a segunda parte da obra não interessa.
Pois bem, executada a parte do hino dos hermanos, inicia a execução do nosso. Homens e mulheres, em pé ouvem e cantam junto. Jogadores, comissão técnica, torcedores. Eis que o áudio é cortado para dar seguimento ao protocolo e os torcedores, em coro, entoam o restante. Ecoava nosso hino ao som de 40 mil vozes. Eu, apenas telespectador, assistia impressionado. Em respeito, o narrador da partida (Galvão Bueno) silencia e deixa o som dos brasileiros do Pará ir mais longe, além-fronteiras.
Senti orgulho de ser brasileiro. Raras são nossas demonstrações de amor (verdadeiro) por esta terra. Parabéns Belém. Parabéns Pará. Parabéns brasileiros e brasileiras que, embora sofram com as mazelas e desmandos deste chão, ainda encontram força para entoar de forma emotiva nosso hino nacional.
Pátria amada Brasil!
Em tempo:
Já estava me esquecendo. Se na primeira partida deu sono, nesta consegui ficar acordado para comemorar a conquista. Nenhuma apresentação espetacular. Seleção adversária fraca, mas, sejamos francos, ver Ronaldinho e Neymar colocar os vizinhos pra dançar e comemorar vitória sobre a Argentina é sempre bom.
Pátria amada Brasil!
Em tempo:
Já estava me esquecendo. Se na primeira partida deu sono, nesta consegui ficar acordado para comemorar a conquista. Nenhuma apresentação espetacular. Seleção adversária fraca, mas, sejamos francos, ver Ronaldinho e Neymar colocar os vizinhos pra dançar e comemorar vitória sobre a Argentina é sempre bom.
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